Infraestrutura substitui pontes de madeira por estrutura de concreto

Na primeira etapa estão previstas substituição na rua Nicolau Copérnico, no bairro Santa Catarina; duas na José Kichiner, no Santa Catarina; e na Antônio Goulart, no acesso ao Centro de Zoonoses, no bairro Tributo
Um levantamento da Secretaria de Infraestrutura aponta que existem aproximadamente 70 pontes no município, algumas sobre rios, mas a maioria dá passagem em córregos. 
Destas, grande parte está em situação precária. Por determinação do prefeito Elizeu Mattos, iniciou-se um trabalho de substituição das estruturas de madeira por pontes de concreto ou galerias. Nesta segunda-feira (21) o trabalho foi realizado na rua Teixeira de Freitas, no bairro Copacabana.

Nesta primeira etapa estão previstas ainda a substituição das pontes na rua Nicolau Copérnico, no bairro Santa Catarina; duas na José Kichiner, no Santa Catarina; e na Antônio Goulart, no acesso ao Centro de Zoonoses, no bairro Tributo. Esta será executada nesta terça-feira (22).

 

De acordo com o secretário Benjamin Schultz, o custo médio de uma ponte de concreto construída com galeria, de tamanho médio, está na ordem de R$ 25 mil, mas representa uma grande economia para o município. 
“Temos muitas despesas com a manutenção das pontes de madeira, que precisa ser constante, pois oferece risco aos usuários. Também temos problemas com o vandalismo, com muitos casos de furtos de madeira”, comenta.
As demais devem ser substituídas gradativamente, com recursos próprios do município. Inicialmente serão feitas duas por mês, podendo ser ampliada mais tarde, dando prioridade às que estiverem mais danificadas. 
A preferência por galerias de concreto, que são grandes tubos por onde escoa a água com passagem de terra ou asfalto por cima, se dá por ser uma estrutura de melhor qualidade, embora seja um pouco mais cara que as pontes.
 “A durabilidade é muito grande. Gastamos um pouco agora, mas daqui a 50 anos teremos as pontes ainda. É um investimento com retorno em longo prazo”, comenta Benjamin.

Comentários

Anônimo disse…
Porque não fala do Balanço Fraudulento da festa do pinhão