Polícia Civil atenta para coibir delitos e proteger visitantes

Dois dos órgãos públicos indispensáveis na Festa Nacional do Pinhão é a Polícia Civil e o Instituto Geral de Perícias (IGP). O agente de polícia Carlos Manoel Mendonça explica que a sede, localizada ao lado da base dos Bombeiros, próximo às catracas de entrada, foi construída em 1996 a 1997 e pertence à Polícia Civil mediante cessão de uso de terreno feita pela Associação Rural de Lages. Antes desse período era utilizado um espaço improvisado. Da mesma forma ocorreu com a Polícia Militar (PM).

Na base da Polícia Civil está montada a estrutura de uma delegacia, incluindo sistema digital para elaboração e registro de boletins de ocorrência (BOs). Há equipes com quantidade de policiais mantida em sigilo sem uniforme ou farda (à paisana) com a missão de circular dentro do parque para investigações e verificação de crimes ou outros tipos de delitos, como uso de entorpecentes, de moeda falsa e golpes como estelionato, furtos de carteiras (punguistas em meio à aglomeração de pessoas).


Nas imediações do parque há equipes de agentes que circulam com veículos descaracterizados para qualquer tipo de eventualidade. “As pessoas que se sentirem lesadas podem se dirigir à delegacia. Os cidadãos que perderem algum documento também podem nos procurar para solicitar BO. Estaremos presentes em toda a festa dentro do Conta Dinheiro desde o horário da abertura dos portões até seu fechamento”, informa Carlos Manoel.
Papel do IGP
O auxiliar médico-legal Bolívar Bittelbrunn deslocou-se de Rio do Sul para auxiliar o Instituto Geral de Perícias (IGP) de Lages na operação nos dez dias da 28ª Festa Nacional do Pinhão. Os serviços são prestados dentro de um ônibus, deslocado de Florianópolis, preparado especificamente para o suporte itinerante em eventos. Dois profissionais - perito e auxiliar - atuam diariamente no Conta Dinheiro. Perícias, exames corporais e verificações de suspeitas de substância entorpecente são encaminhados para o núcleo do IGP, anexo à Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac).
Cédulas de dinheiro falsas apreendidas pela Polícia Civil ou carteiras de identidade de menores de 18 anos falsas são casos suscetíveis à perícia no caso de dúvidas sobre o material apreendido. Nas ocorrências relativas à droga é utilizada balança de precisão e reagentes para constatação de entorpecentes.

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